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Dra. Taíssa critica destruição de dragas no Rio Madeira e defende famílias garimpeiras

Parlamentar criticou a forma como as medidas vêm sendo executadas e chamou atenção para a situação dos trabalhadores

02/11/2026 às 22h10 Atualizada em 03/11/2026 às 08h34
Por: Redação Fonte: Assessoria
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Deputada estadual Dra. Taíssa Sousa (PL).
Deputada estadual Dra. Taíssa Sousa (PL).

A deputada estadual Dra. Taíssa Sousa se manifestou sobre as recentes operações de destruição de dragas no Rio Madeira, em Rondônia, demonstrando preocupação com os impactos sociais, econômicos e ambientais das ações, especialmente para as famílias que dependem do garimpo como fonte de renda.

As operações realizadas pela Polícia Federal e pelo Ibama nos últimos dias resultaram na inutilização de diversas embarcações e equipamentos utilizados na extração ilegal de ouro.

Diante dos acontecimentos, a parlamentar criticou a forma como as medidas vêm sendo executadas e chamou atenção para a situação dos trabalhadores que, segundo ela, enfrentam a perda de seus meios de sustento.

“Estamos vivenciando, aqui na nossa beira do rio, uma situação muito triste. São famílias desempregadas, famílias que ficam sem ter o que comer. Precisamos olhar para essas pessoas e entender que por trás de cada draga existem trabalhadores e famílias que dependem dessa atividade”, declarou a deputada.

Dra. Taíssa também questionou os possíveis impactos ambientais provocados pela destruição das embarcações, manifestando preocupação com explosões, resíduos de combustível e riscos à vida aquática. Para a parlamentar, a proteção ambiental precisa caminhar junto com a responsabilidade social e a busca por alternativas que garantam a sobrevivência das comunidades ribeirinhas.

A deputada defendeu ainda a necessidade de mudanças na legislação e de avanços na regularização da atividade garimpeira. Segundo ela, setores como o agronegócio, a mineração e a atividade madeireira possuem importância para a economia de Rondônia, sendo necessário encontrar caminhos que conciliem desenvolvimento econômico, geração de empregos e preservação ambiental.

Ao finalizar seu posicionamento, Dra. Taíssa reafirmou sua preocupação com as famílias atingidas e defendeu que a discussão sobre o futuro do garimpo considere a realidade de quem vive e trabalha às margens do Rio Madeira. Para a parlamentar, proteger a população e buscar soluções para os problemas da região também faz parte do compromisso de garantir que “é o recurso do povo, voltando para o povo”.

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