
A deputada estadual Dra. Taíssa Sousa se manifestou sobre as recentes operações de destruição de dragas no Rio Madeira, em Rondônia, demonstrando preocupação com os impactos sociais, econômicos e ambientais das ações, especialmente para as famílias que dependem do garimpo como fonte de renda.
As operações realizadas pela Polícia Federal e pelo Ibama nos últimos dias resultaram na inutilização de diversas embarcações e equipamentos utilizados na extração ilegal de ouro.
Diante dos acontecimentos, a parlamentar criticou a forma como as medidas vêm sendo executadas e chamou atenção para a situação dos trabalhadores que, segundo ela, enfrentam a perda de seus meios de sustento.
“Estamos vivenciando, aqui na nossa beira do rio, uma situação muito triste. São famílias desempregadas, famílias que ficam sem ter o que comer. Precisamos olhar para essas pessoas e entender que por trás de cada draga existem trabalhadores e famílias que dependem dessa atividade”, declarou a deputada.
Dra. Taíssa também questionou os possíveis impactos ambientais provocados pela destruição das embarcações, manifestando preocupação com explosões, resíduos de combustível e riscos à vida aquática. Para a parlamentar, a proteção ambiental precisa caminhar junto com a responsabilidade social e a busca por alternativas que garantam a sobrevivência das comunidades ribeirinhas.
A deputada defendeu ainda a necessidade de mudanças na legislação e de avanços na regularização da atividade garimpeira. Segundo ela, setores como o agronegócio, a mineração e a atividade madeireira possuem importância para a economia de Rondônia, sendo necessário encontrar caminhos que conciliem desenvolvimento econômico, geração de empregos e preservação ambiental.
Ao finalizar seu posicionamento, Dra. Taíssa reafirmou sua preocupação com as famílias atingidas e defendeu que a discussão sobre o futuro do garimpo considere a realidade de quem vive e trabalha às margens do Rio Madeira. Para a parlamentar, proteger a população e buscar soluções para os problemas da região também faz parte do compromisso de garantir que “é o recurso do povo, voltando para o povo”.
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